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Governo confirma 121 óbitos em megaoperação no Rio de Janeiro

Ação é considerada a mais letal da história do Rio

29/10/2025, 16:46

Governo confirma 121 óbitos em megaoperação no Rio de Janeiro

Praça no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro | Foto: Reprodução

O secretário da Polícia Civil, delegado Felipe Curi, informou no início da tarde desta quarta-feira (29/10) que 121 pessoas morreram durante a operação realizada na terça-feira (28/10) nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, contra o Comando Vermelho (CV). Entre as vítimas, quatro eram policiais e 117 eram suspeitos de envolvimento com o crime organizado. A ação é considerada a mais letal da história do Rio de Janeiro.

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Segundo Curi, até a noite de terça-feira havia o registro de 58 suspeitos “neutralizados”, e, até o fim da manhã desta quarta, as equipes haviam encontrado mais 63 corpos em áreas de mata.

Moradores da Penha, no entanto, contestam os números oficiais e afirmam ter retirado ao menos 74 corpos da região conhecida como Vacaria, localizada no alto da Serra da Misericórdia — morro que separa os dois complexos e foi palco dos confrontos mais intensos entre as forças de segurança e integrantes do CV.

O governador Cláudio Castro disse considerar que a ação foi um "sucesso" e que só os quatro policiais mortos são "vítimas". Mais cedo, o governador não comentou os corpos encontrados pelos moradores na mata.

O secretário de Segurança Pública, Victor Santos, classificou o “dano colateral” como “muito pequeno”, afirmando que apenas quatro pessoas inocentes morreram durante a ação. A ação contou 2,5 mil policiais civis e militares e é considerada pela cúpula da segurança como de alto risco.

O secretário da Polícia Militar, Marcelo de Menezes, explicou a estratégia das forças de segurança durante a megaoperação. Segundo ele, foi criado o que chamou de “Muro do Bope”: policiais avançaram pela área da Serra da Misericórdia para cercar os criminosos e empurrá-los em direção à mata, onde outras equipes do Batalhão de Operações Especiais já estavam posicionadas.

A explicação foi dada durante entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (29), quando a cúpula da Segurança Pública do Rio detalhou os resultados da ação.

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